Quando se fala em morar no Morumbi, muita gente ainda imagina imóveis milionários e uma realidade distante. Mas basta olhar com mais atenção para Vila Suzana, Vila Andrade e Panamby para perceber um mercado muito mais diverso.
Hoje, é possível encontrar apartamentos na faixa dos R$ 400 mil, com dois dormitórios e estrutura de condomínio. Subindo para R$ 600 mil a R$ 900 mil, aparecem plantas maiores, suítes, varanda gourmet e condomínios com lazer mais completo. Na faixa de R$ 1 milhão, outras características começam a pesar na escolha. E, no Panamby, imóveis amplos e de alto padrão podem ultrapassar os R$ 4 milhões.
Mas essa conta não pode ser feita olhando apenas o preço.
Dois apartamentos com valores próximos podem entregar experiências completamente diferentes. Metragem, planta, número de vagas, idade e estrutura do condomínio, andar, vista, localização e até o valor mensal de condomínio e IPTU ajudam a explicar por que um imóvel vale mais — ou menos — que outro.
Para quem compra, isso significa entender o que faz sentido para o seu momento de vida e para o seu orçamento. Às vezes, a melhor escolha não é o maior apartamento, mas aquele que equilibra localização, custo mensal e qualidade de vida.
Para quem vende, a lógica é parecida: o valor desejado pelo proprietário nem sempre é o valor percebido pelo mercado. Posicionar bem um imóvel começa por entender com quais imóveis ele realmente concorre.
É esse olhar que tenho aprofundado na região: não apenas quanto custa morar no Morumbi, mas o que cada imóvel entrega pelo seu valor.
Porque uma boa negociação começa muito antes da proposta. Começa entendendo o mercado.
CORRETORA – EDNA PIRES
CRECI: 259310-F


